Noite da Copa: namorado bêbado e amigo atraente

Noite da Copa: namorado bêbado e amigo atraente — Dia de jogo do Brasil, churrasco e muita animação. Mas quando a partida acaba e todos vão embora, sobram apenas ela, o namorado que bebeu demais e o amigo solteiro, um moreno tatuado e cheio de presença. O que parecia uma tarde normal de Copa ganha um rumo inesperado, cheio de desejo e escolhas que mudam tudo. Um conto rápido, envolvente e com aquele toque de curiosidade que prende do início ao fim.

Sussurros do Desejo

6/15/20263 min ler

Era dia de jogo do Brasil na Copa, e meu namorado Daniel resolveu reunir os amigos para uma resenha em casa. Todos toparam na hora. Quando percebi, já estava armado o churrasco: eles chegaram por volta das 15h, e a partida contra o Marrocos só começaria às 19h.

Daniel tinha sete amigos que considerava de confiança — quatro casados, dois com namoradas, e apenas um solteiro: Cassiano. Para nós, ele era um “pedaço de mau caminho”: moreno, alto, musculoso, cheio de tatuagens, sempre cheiroso e com a barba bem feita. Bastou chegar para chamar a atenção de todas ali.

Começou o jogo, e todos foram para a sala. Entre gritos, comemorações, discussões e muita bebida, a tarde e o início da noite passaram rápido. Ao fim, o placar ficou empatado, e Daniel já estava caído no sofá, completamente bêbado.

— Ah, amor… não devia ter bebido tanto — comentei.

Ele balbuciou algo sem sentido, talvez só a palavra “Brasil”.

Os amigos foram indo embora, só restou Cassiano, que ficou me ajudando a organizar a cozinha.

— Parece que alguém passou do limite — brincou ele.

— Odeio quando ele bebe assim. Hoje não estou com disposição para carregá-lo até o quarto…

— Deixa comigo.

Com facilidade, Cassiano o levou ao quarto e o acomodou na cama; Daniel mal acordou, apagou de novo.

— Muito obrigada, nem sei como agradecer…

— Sei uma forma — respondeu ele, aproximando‑se rápido e me encostando contra a parede. — Melhor parar por aqui — tentei intervir. — Daniel é seu amigo e não ia gostar nada disso.

Antes que eu pudesse dizer mais nada, ele me segurou pela cintura e me beijou. De imediato, senti uma mistura de desejo e lembranças de sensações que há tempo não experimentava. Passou as mãos pelo meu corpo — pele cor de jambo, seios grandes, cintura média, quadris largos — e por um instante me afastei, confusa, mas com o coração disparado. Em seguida, voltei aos seus braços e o beijei de novo: com medo, com tesão, mas beijei.

Ele me deitou na cama e foi descendo com os lábios pelo pescoço, barriga, até chegar às coxas. levantei meu vestido branco, deixando à mostra a calcinha de renda amarela. Ele a afastou com cuidado e começou a me tocar com a língua com a prática de quem conhece o caminho.

— Ninguém nunca me fez sentir assim… — confessei, ofegante.

— Que bom saber. Agora é minha vez.

Ajoelhei‑me diante dele. Cassiano tirou a bermuda e ficou só de cueca. Olhei e fiquei surpresa: percebi que o tamanho era maior do que eu imaginava. Ao ficar ereto, pareceu ainda mais imponente, grosso, forte e com veias...

— Olha só isso… — comentei, meio rindo, enquanto o tocava.

— Gostou da vista? É toda sua.

— Mas… e se Daniel acordar?

— Fica tranquila, Vanessa. Ele dorme profundamente quando bebe.

Queria dizer não, mas o desejo falou mais alto. Ajeitei os cabelos cacheados e comecei a acariciá‑lo com a boca; era realmente maior que o que eu conhecia, e precisei de tempo para me adaptar. Fiquei um tempinho ali, entre o chupar e as brincadeiras com a língua que fazia ele pulsar, até que ele diz:

— Vem cá, deixe que eu cuide de você .

Voltei para a cama, abri as pernas, e ele começou a me penetrar. Pedi que fosse devagar, e ele obedeceu — até que, pouco a pouco, as estocadas ganharam ritmo e força. Tentei abafar os gemidos para não acordar Daniel ao lado, mas foi impossível: Cassiano sabia exatamente o que fazia.

Depois, ele se deitou no chão, ao lado da cama, e eu fiquei por cima. Gostava de sentir suas mãos firmes nos meus seios, o som dos movimentos, a intensidade das estocadas, era diferente de tudo o que já vivi.

Começou a passar umas coisas pela minha cabeça, então tive uma ideia ousada. Fiquei de quatro, na cama e Cassiano veio por trás me penetrando, de frente para Daniel que dormia. Tirei a bermuda do meu namorado, comecei a acariciá‑lo até que ele endurecesse e, sem interromper o que acontecia com Cassiano, levei Daniel à boca até que ele chegasse ao ápice.

Foi uma loucura de sensações. Gozei intensamente, pouco antes de sentir o sabor de Daniel e ele encher minha boca e o calor de Cassiano sobre minhas costas. Ele foi tomar banho, e eu fiquei ali, pensando no que tinha feito. Arrependimento? Não sei. Uma parte de mim diz que sim; outra, que não. E, sinceramente, resolvi não pensar muito por agora.

Quando Cassiano saiu, me despedi e voltei ao quarto. Daniel se mexeu, falou algo sem sentido, sentou‑se por três segundos e voltou a tombar no travesseiro.

Não vou mentir: foi uma tarde inesquecível e um pós‑jogo surpreendente.

O que vem pela frente? Não faço ideia…

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