O Reencontro com a amiga da ex (A temperatura subindo)
Stefanini brinca com Fábio sobre sua vida amorosa e, ao passarem por um canto escuro da estrada onde veem casais se encontrando, a tensão entre os dois explode. Sem conseguir se conter, ele a beija intensamente no carro e, ali, acontece tudo o que ambos queriam — um momento íntimo, cheio de desejo e brincadeiras, até que seguem para casa dela. Na manhã seguinte, ela é quem abre o jogo: dizendo que o que aconteceu não devia ter ocorrido, mas ao perceber que Fábio também não quer acabar com isso, a conversa flui de forma leve e clara, sem mais dúvidas sobre o que sentem um pelo outro.
Sussurros do desejo.
6/26/20264 min ler


Ela: — Você que tá sem namorada deveria vir para cá — fez o gesto de masturbação — ver os casais e se aliviar kkk.
No instante que ela começou a rir, eu entrei na estrada e logo depois peguei uma pequena estrada de barro, onde parei atrás de umas árvores. O canto era escuro, mas a lua estava clara. E assim que chegamos, vimos a silhueta de um casal encostado na moto.
Ela toda empolgada disse: — “Olha ali aquele casal!!” — na verdade, tinha alguns casais.
Eu: — Eles estão só abraçados.
Ela: — Ele está por trás, um abraço assim é gostoso. Para você que está na seca kkk.
Eu: — Você tá preocupada de mais com a minha falta de sexo, né, engraçada? kkk.
Ela riu do que eu disse e, sem olhar para mim, disse: — “Olha, o casal está de frente agora” — e nesse momento, enquanto falava isso e olhava para eles, não sei de onde saiu, tomei uma coragem e quis surpreendê-la. Quando ela se virou para falar algo, já fui puxando ela: coloquei minha mão em seu rosto e fiquei acariciando. E depois dessa carícia, ela colocou seus braços envolvendo meu pescoço, e ficamos ali nos beijando de forma lenta, molhada, com desejo, mas sem afobação.
Dali, na minha cabeça, não quis perder tempo: deitei o encosto do banco do carro, baixei meu calção, ficando praticamente nu ali. Peguei na sua mão e conduzi até a minha barriga, onde ela fez um carinho e logo em seguida foi descendo até mim.
Ela falou: — Menino, você é louco? — e riu. — Você sabe que isso é loucura?
Eu: — Você falou tanto da minha falta, que você poderia me ajudar kkk.
Ela: — Você é doido, eu não poderia fazer isso.
Ela falou isso enquanto fazia movimentos de vai e vem bem lentos, e depois começou a aumentar o ritmo. Ela foi até próximo do meu rosto, cheirou meu pescoço de um lado e, enquanto passava para o outro lado, disse: — “Esse seu cheiro mexe comigo” — e depois do outro lado, me beijou.
Foi muito bom sentir aquele beijo enquanto ela fazia aqueles movimentos. Nossas línguas estavam brincando uma com a outra, e nossos lábios se tocavam de forma escorregadia e cheia de desejo. Enquanto ela alternava os movimentos entre lentos e mais rápidos, começou a falar besteiras do tipo: “Imagina se alguém nos ver?” ou “Não estamos fazendo nada de errado, aquela mulher lá está fazendo a mesma coisa ali”.
Entre brincadeiras e beijo, ela acelerou os movimentos da mão e nosso beijo ficou mais ofegante… e aí a “champagne” estourou. Foi nessa hora que o prazer chegou, e o beijo ficou intercalado com os sorrisos.
Ela: — Se minha mão está suja assim, imagina a minha barriga kkk.
Peguei minha camisa para me limpar, ela riu da situação e seguimos em direção à casa dela. Nos despedimos com um beijo longo e molhado e, ao descer do carro, ela disse: — “Chegar em casa me ligue — não é para ficar por aí desfilando sem camisa nas ruas, não”
Eu: — Quem fica desfilando à 01:00 da madrugada sem camisa?
Ela: — Não sou eu que estou nua da cintura para cima. Chegar em casa me ligue.
Eu: — Ok.
Durante o percurso de volta para casa, fiquei lembrando de tudo e como tudo tinha sido legal, gostoso, quente… mas e se eu estivesse entrando em um problema? Na verdade, isso já era um problema: perguntar a mim mesmo se “isso é um problema” era a prova viva que eu estava querendo me iludir.
Acho que chegou-se ao limite do limite e isso deveria acabar. O barulho do motor do portão foi no mesmo instante que o celular tocou: mensagem dela perguntando “Já chegou?” e eu respondi:
“Nesse instante, agora vou tomar um banho e dormir”.
Ela mandou uns emojis de coração.
Trocamos mais umas duas ou três mensagens e fomos dormir.
Mas confesso que, antes de dormir, fiquei pensando se não era hora de tomar uma atitude e parar: aliás, parar não era mais o problema — isso era fácil resolver. A questão agora era: “Eu querer parar”.
No dia seguinte, acordei um pouco tarde, fui tomar um café, depois joguei vídeo game — era feriado, dia de fazer nada: só comer, dormir e namorar… Mas namorar podia?
Depois de umas duas horas, chegou uma mensagem dela:
Ela: — Bom dia, moço.
Eu: — Bom dia ou boa tarde?
Ela: — kkkk, dormiu bem?
Eu: — Dormi.
Ela: — Gostaria de conversar uma coisa com você e eu vou logo direto no ponto: o que aconteceu ontem, acho melhor não acontecer mais.
Nessa hora, me deu um gelo. Fiquei pensando: “Realmente não era para acontecer e era para eu tomar essa atitude — mas já que ela tomou, paciência.”
Ela continuou: — Aquele lugar é meio perigoso, a gente ficou ali um pouco vulnerável, você não achou não?
Nessa hora, me toquei do que ela estava falando e por um instante me senti aliviado. Foi aí que me dei conta do quanto estava envolvido e que não queria que aquilo se acabasse.
Eu: — Precisa desse suspense todo para falar isso?
Ela: — Eu não fiz suspense, você está assustado? kkk
Eu: — Nada não.
Continuamos nossa conversa, combinamos de falar mais tarde. Falei que estava cansado e que não iria sair, e ela falou o mesmo.
Chegada à noite, ela manda mensagem perguntando o que eu ia fazer. Respondi que ia tomar banho — porém, pouco antes de ela ligar, eu estava lembrando do que aconteceu na noite anterior e que, no banho, poderia pensar nela.
Ela mandou mensagem como se estivesse rindo e completou: “,Não vai gastar energia à toa”.
Mandei uma foto para ela: de como eu estava, pronto, molhado, com a pele escorregando e expondo a glande, em um pequeno vídeo que mandei.
Ela respondeu ao vídeo dizendo: — “Isso é um convite ou um elogio? kkkk
Falei que era resultado das lembranças e que na próxima vez…
Ela disse: — “E quando será essa próxima vez?”
Eu: — Pode ser hoje.
Ela: — Então está mais perto do que você pensa. Vá tomar seu banho safado!
Eu: — Tá, qualquer coisa mando outro vídeo de lá.
Nisso, fui desligar o vídeo game. Mal entrei no banho, ainda estava com o corpo cheio de sabão, quando ouvi a campainha tocar. Achei estranho: não estava esperando ninguém, nem ninguém tinha falado comigo pelo WhatsApp...
(Continuação... para a parte final)
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