O Reencontro com a amiga da ex (Parte final a revelação)

Stefanini chega até Fábio e, ali dentro de casa, a tensão e o desejo entre eles se transformam em um momento íntimo e completo, onde tudo acontece com intensidade e carinho. Depois de compartilharem aquele momento, enquanto comem juntos, Fábio finalmente conversa com ela sobre a situação dela — e é então que ela revela que já não é mais casada: seu relacionamento já estava desgastado há um ano e ela já havia decidido se separar, escondendo isso apenas por medo de ser julgada. Com essa verdade revelada, o peso que Fábio carregava desaparece, e eles se assumem oficialmente. A partir daquele dia, sua relação se torna leve, cheia de sorrisos, brincadeiras e conversas profundas. Mas a história ainda não acaba: dois meses depois, uma ligação inesperada muda tudo novamente, ao receber uma mensagem da sua ex-esposa — e esse será o começo de uma nova etapa, que ainda vai ser contada.

Sussurros do Desejo

6/28/20265 min ler

Concluí meu banho rápido e saí do banho, enrolado na toalha, praticamente pingando água. Olhei pelas câmeras e vi: era ela.

Abri o portão e fui até a área recebê-la. Ela sorriu e disse: — “Menino, tomando banho, cheiroso e só de toalha — recepção melhor que isso não tem!” E logo foi colocando seus braços sobre meus ombros e me beijando. Coloquei minhas mãos em sua cintura, e uma delas percorreu seu corpo, parando de propósito no seu bumbum.

Ela logo falou, com um sorriso: — “A mão está no meu bumbum, mas estou sentindo uma animação subindo aqui na frente.”

Falei: — Vamos ficar aqui na área.

Ela: — Você é animadinho de mais, gosta de lugares perigosos? kkk

E nisso, começamos a nos beijar e entrar dentro de casa, na sala mesmo. Tirei minha toalha e ela começou a me tocar, fazendo um vai e vem gostoso. Até que ela parou esse movimento e começou um movimento de “pincelar” — para cima e para baixo — ainda por cima da sua calça de lycra. Ela fazia esse movimento enquanto nos beijávamos: um beijo molhado, e nossas línguas pareciam brincar naquele instante, de forma livre e cheia de desejo.

Ela me deu um pequeno empurrão e eu me sentei no sofá. Ela, com um jeito muito lindo e sensual, se afastou de costas, apagou a luz da sala e ficamos só com a “meia luz” que vinha do corredor. Tirou sua blusa, revelando seus lindos seios — ainda no sutiã — arrumou o cabelo sorrindo, o que me fez imaginar o que viria pela frente.

Ela se aproximou, tirou seu sutiã e ali revelou de fato seus lindos seios: branquinhos, com um leve bronzeado. Se abaixou entre minhas pernas e começou a me tocar, fazendo aquele movimento de sobe e desce. Nos olhamos por dois segundos até que ela puxou a pele, expondo tudo, e sem cerimônia nenhuma levou a boca, me fazendo jogar minha cabeça para trás, sentindo aquele prazer que eu esperava de alguma forma.

Após, algo em torno de uns cinco minutos, ela se levanta, vira de costas para mim e fica com o corpo molhado por cima do ombro. Seu rosto apresentava sensualidade e um sorriso faceiro… Ela lentamente foi baixando aquela calça, enquanto eu ia me deliciando com a visão.

Estava olhando ela tirar a calça e ficar só de calcinha: era vermelha, pequena, que valorizava mais ainda aquele rabo gostoso. Ela colocou os joelhos no sofá, apoiou os cotovelos no encosto e empinou mais ainda — e eu entendi aquele recado.

Vou para trás dela, e comecei a me esfregar nela, ao mesmo tempo em que alternava entre beijos e mordidas no seu pescoço. Cada puxada de cabelo, ela parecia empinar mais. Até que afastei a calcinha para o lado e ali fui penetrando: calmo, devagar, mas com aquela firmeza no final que combina com aquele gemido gostoso. Ficamos assim alguns minutos: ela ali de quatro, me sentindo entrar por inteiro, com aquele som bem característico dos corpos batendo um no outro.

Ela diz: — “Senta no sofá que eu queria ficar por cima.”

Me sentei no sofá, com ele apontando para o teto da casa. Ela ficou por cima e, por alguns segundos, fez uma brincadeira: tipo “entra mais… não entra?”. Senti tudo molhado e quente, e logo depois ela se assentou de verdade. Enquanto ela fazia os movimentos, eu a beijava — e mais uma vez aquelas brincadeiras com nossas línguas.

No meio dessa brincadeira, abracei a cintura dela e eu quase “acabava” o momento de brincadeira. Ela riu e eu disse: — “Vamos com calma” — rindo também. Aproveitei essa parada para deitá-la no sofá, abri bem suas pernas e assim novamente nossos corpos se encontraram.

Confesso que fui me empolgando: a cada instante, a cada gemido, a cada besteira que era falada — como “vai, está gostando?” ou “Pode comer que é toda sua”. Nessa hora, as pernas dela, na parte da panturrilha, estavam nos meus ombros. Ali, abaixei as pernas dela e tudo aconteceu rápido: logo em seguida eu estava gozando, e os primeiros jatos ficaram entre seus seios. Ela mesma falou: — “Mais um pouquinho e chegava no meu queixo” — rindo.

Depois disso, fomos ao banheiro tomar um banho juntos. Ela vestiu uma camisa minha, e enquanto isso eu já estava pedindo a pizza.

Nessa hora, enquanto estávamos comendo, resolvi aproveitar aquela situação para conversar com ela sobre a situação dela e como aquilo me incomodava. Pensei no momento legal que estávamos ali e, de repente, estragar com um assunto chato — porém extremamente necessário. Até que falei: — “Precisamos conversar sobre algumas coisas.”

Ela: — Xii, o que aconteceu?

Eu: — Você sabe: sua situação enquanto casada. Veja como conversamos, a rotina, veja o que acabou de acontecer… vou ser direto: não estou confortável com essa situação de você ser casada, ao mesmo tempo não quero cortar as minhas relações com você…

Ela me interrompe: — “Para, vamos com calma: a gente não vai cortar nossa relação, as coisas não são bem assim — nós vamos ficar.”

Daí, quem interrompeu fui eu: — “Espera aí: as coisas não são assim? E como são? Porque hoje vejo você como parte do meu dia a dia…”

Ela me corta: — “Ahhh, eu faço parte da sua vida? Que lindo, meu amor…”

Eu: — Tá… foi isso que eu quis dizer. Mas não posso ignorar o fato de você ser casada…

Ela me interrompe de novo: — “Não estou mais casada.”

Eu: — O quê?

Ela: — Eu não estava bem com ele, a relação estava bastante desgastada. Ele já estava há um ano se relacionando com outra mulher, sem eu saber. Conversamos e decidimos nos separar. Fazia algo de um mês que você apareceu. E quando falei a você que era casada, na primeira vez, foi só por uma questão de costume. Depois pensei em falar que estava me separando, mas achei que você ia me achar problemática. E eu estava achando tão linda a nossa forma de falar, parecia um casal de namorados adolescentes.

Eu: — Porque não disse isso antes? Eu aqui pensando em acabar com tudo porque não me sentia bem com isso.

Ela: — Bem… espero que você me entenda e eu imagino o que passou pela sua cabeça. Mas quero que saiba que meu contato com ele é mínimo: somente o necessário, e mesmo assim, o assunto está encaminhado para resolver as questões burocráticas.

Eu: — Bem… sendo assim, acho que posso tirar um peso da minha consciência. E você pode, então, já dormir aqui comigo.

Ela respondeu isso me abraçando e me beijando.

Dessa noite em diante, nós nos assumimos. Nossa relação é leve, sorridente, marcada por brincadeiras bobas e às vezes conversas profundas…

Até que dois meses depois, uma ligação: um número estranho, mesmo assim atendi.

Eu: — Alô?

A voz: — Sou eu, como você está?

Sim, era minha ex…

Mas isso será uma outra história….

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