Peguei uma conversa no celular da minha esposa 2º parte

Ao acessa o celular da minha esposa, encontrei conversas com o ex-marido, nas quais ela faz comentários sobre a intimidade e a dinâmica do nosso relacionamento. Ao ser questionada, ela explica que o assunto surgiu durante a partilha de bens e que agiu daquela forma apenas como uma "brincadeira", sem envolvimento afetivo ou intenção de trair. Ela demonstra vergonha e confirma que já tinha interrompido aquele tipo de troca de mensagens. Eu expõe meu desconforto, nós conversamos, resolvem a situação e combinam deixar o tema definitivamente no passado.

Sussurros do Desejo

7/8/20264 min ler

Continuação...

Sai para trabalhar; à noite, depois de jantarmos, ela tomou um remédio para ajudar a dormir e adormeceu rapidamente. Fiquei resolvendo as coisas para o dia seguinte e senti vontade de olhar o celular dela mais uma vez — só que, dessa vez, com mais calma.

Abri as conversas: havia várias, curtas e bem objetivas sobre a partilha. Fui subindo até as mais antigas e parei de forma aleatória em uma que começava assim:

Ela: Ele (se referindo a mim) parece um cavalo, e não tem pena de mim, não? Kkk

Ele: Então a vida amorosa de vocês em casa é bem ativa!

Ela: Em casa nem tanto, é uma vez ou outra. Mas quando saímos ou nos hospedamos em viagens, é certo. Sabe aquele lugar mais escuro que fica na Via da Praia?

Ele: A que tem algumas árvores e parece uma praça?

Ela: Lá mesmo. Ele me coloca de quatro lá e manda ver no meu rabo: é ele metendo e eu olhando para a pista ou vendo os outros casais que vão para lá.

Ele: Dá para ver bem os outros casais?

Ela: Não, só sombras, mas o suficiente para eu delirar. Meu marido, aquele homem, me deixa louca.

Ele: Melhor encerrar esse assunto.

Ela: Ok, até mais.

Passei por mais algumas mensagens e encontrei outra conversa:

Ele: Vi o status de “visto por último”; você estava acordada até bem tarde, né?

Ela: Ontem saímos e, pouco depois da meia-noite, fomos ao motel.

Ele: Ontem o casal não quis a rua? Kkk

Ela: Ontem ele ficou doido com uma saia jeans que eu estava usando e uma blusa decotada. Ele falou umas besteiras quando estávamos voltando para casa; daí eu perguntei a ele: se eu deixasse ele comer uma puta da rua, como ele a comeria? Estávamos perto de um motel, então chamei ele e disse que queria ser essa puta para ele.

Ele: Caramba, mas qual homem não ficaria louco com isso?

Ela: Ele foi com tudo… Estou aqui sem poder sentar direito, e o queixo ainda está cansado.

Ele: Então ele vai com vontade no seu rabo!

Ela: Ele não tem pena nenhuma, come com gosto.

Passei mais algumas conversas e achei melhor parar por ali mesmo. Melhor conversar com ela: aquela troca parecia confusa, pois ela fazia elogios e falava desse tipo de assunto…

Dormi e, logo na hora do café, decidi conversar. Contei a ela o que havia acontecido e como tinha ficado sabendo de tudo. Ela disse que estava com vergonha da situação, mas iria explicar o que realmente se passava: primeiro, não houve falta de respeito, pois se tratava apenas de uma conversa; e, pelo que eu tinha lido, nada diminuía a mim — pelo contrário. Mesmo sendo esse o assunto, o seu ex não tinha dado em cima dela em momento nenhum; no máximo, ele havia feito perguntas. Como eu tinha lido as mensagens, sabia que isso era verdade, então perguntei o porquê de tudo aquilo. Ela respondeu:

— Essa é a parte que mais me envergonha. Quando ainda éramos casados, ele fazia perguntas desse tipo, e eu não gostava, achava que não tinham nada a ver. Mas agora, durante o processo de divisão de bens, o assunto acabou surgindo e, como eu sabia que ele ficava excitado com isso, resolvi “brincar com ele”. Estou com vergonha de falar disso, tanto do passado quanto da atitude dele também.

Eu disse a ela que tudo bem, mas que seria bom dar o assunto por encerrado, pois não me sentia confortável com ele. Ela afirmou que eu poderia verificar as conversas e confirmar que já tinha parado de responder daquela forma.

O dia passou e, chegada a noite, jantamos, conversamos e, ao nos deitarmos, eu perguntei:

Eu: Você disse a ele que eu pareço um cavalo?

Ela: Melhor deixar esse assunto no passado.

Eu: Fiquei um pouco surpreso com esse comentário seu.

Ela, já passando a mão no meu pau, disse:

— Olha o tamanho disso! Kkk

Eu: Você quase nunca faz comentários assim, por isso fiquei surpreso.

Ela: Ah… mas agora estou falando.

Eu: Então vem cá…

Ela o pegou, começou a punhetá-lo e fez uma brincadeira, passando a ponta da língua na cabecinha. E falou: — Falei que você me castiga gostoso — e começou a chupar.

Eu: Então foi safada? Vi que você disse a ele que, naquela noite, foi a minha puta.

Ela: Falei que você comeu o meu cu com gosto, que no dia seguinte eu mal conseguia me sentar.

Eu: Mama gostoso o meu pau, que já vou empurrá-lo no seu rabo — mas antes, vou comer a sua bucetinha bem rápido.

Ela chupou um pouco, logo ficou na posição de quatro e me chamou. Assim continuamos, até o momento em que ela me ofereceu, dizendo: — Vem! Se você comer o meu cuzinho, deixo você gozar na minha cara.

E foi o que fizemos. Depois, fomos ao banheiro, tomamos banho e, ao voltarmos, ela disse: — Agora sim, melhor deixar esse assunto no passado e não tocá-lo mais.

Esse ficou sendo o nosso acordo e, até hoje, esse assunto permanece no passado.

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